Publicidade: November 2007 Archives

A IBM está realizando um flash mob (manifestação relâmpago) e para isso conta com o site Complete a Ponte - IBM Lotus.
A ideia é que, no dia 12 de janeiro às 9h, as pessoas se juntem no parque Ibirapuera (São Paulo - SP) para fazer a maior roda da brincadeira Escravos de Jó do mundo, entrando assim para o Guinness Book.
Junto a brincadeira, a ideia do projeto é divulgar também os aplicativos da já velha Lotus. No site existe a opção de download das versões demontrativas do Notes 8, Quickr e Connections.
Para quem não sabe (ou não lembra), a Lotus foi responsável pelo primeiro processador de planilhas, o Lotus 123, lançado antes do Excell, a atual planilha mais famosa do mercado.
Vale lembrar que esses aplicativos de Desktop (Word, Notes, Excell, etc..) jas possuem versões mais leves rodando em servidores. Assim você pode criar e editar textos, apresentações e planilhas diretamente on-line, sem a nescessidade de ter que instalar nenhum software para isso. Existem alguns exemplos legais, mas o que mais utilizo (e aconselho) é o Google Docs.
Quem se sintir inspirado pelo flash mob da IBM e quiser aproveitar e migrar para o Lotus, acesse o site e saiba mais.
Como muitos já sabem, a gringa TBWA (que atende, por exemplo, a Apple em 23 paises) está negociando a compra de 40% da Lew' Lara, pertencentes a Prax, holding de Washington Olivetto, Xavier Llussá e Gabriel Zellmeister, junto a outros 15% dos sócios Jaques Lewkowicz e Luiz Lara.
Sobre o remanejamento dos clientes e da carteira da agora chamada Lew' Lara/TBWA, segue na íntegra a reportagem da MM Online publicada ontem, 28 de Novembro de 2007 pelo Alexandre Zaghi:

Estão em andamento as negociações entre os dirigentes da nova Lew'Lara\TBWA e os clientes da rede multinacional. A expectativa é que a partir de janeiro de 2008 sejam transferidas para a agência as verbas brasileiras de Nissan, Absolut, Adidas, Chivas (Pernod Ricard), Häagen-Dazs e Pedigree (Masterfoods). Nos cálculos do sócio Luiz Lara, elas devem somar R$ 15 milhões à sua receita anual, podendo, assim, anular possíveis perdas que se desenham no horizonte próximo.

As irremediáveis, cujos clientes já foram avisados sobre o rompimento ou não renovação dos contratos atuais, são as de Topper e Kia Motors, conflitantes com Adidas e Nissan, respectivamente. Outros anunciantes atuais que podem deixar a Lew'Lara nos próximos meses são a Secom, que tem contrato com a agência até fevereiro e inicia sua nova concorrência no dia 17 de dezembro; e a Nokia, cliente da casa há 12 anos, que recentemente promoveu alinhamento internacional na JWT (veja aqui).

"A conta da Secom representa 7% do nosso faturamento e nós esperamos mantê-la, pois iremos participar da nova licitação. Já com a Nokia temos uma relação que acaba, mas nunca termina, pois atualmente estamos autorizando mídia até para o início de 2008", comenta Lara.

Além disso, o publicitário não esconde seu desejo de trabalhar no Brasil com a conta da Apple, atendida pela TBWA em outros 23 países. Lara ainda faz questão de frisar que apesar de a multinacional atender a Nivea, no Brasil a Lew'Lara\TBWA continuará trabalhando com Natura, que está procurando outra agência para dividir sua conta (veja aqui).

Sobre os clientes nacionais até então atendidos pela TBWA\BR, Lara informa que alguns também serão visitados e poderão ingressar na Lew'Lara\TBWA, com exceção da Gafisa, que já iniciou concorrência para escolha de nova parceira (veja aqui), e da Caixa Econômica Federal, conflitante com Banco Real ABN Amro. Sobre este, que é um dos seus clientes mais importantes e tradicionais, Lara comemora a declaração de Francisco Luzón, vice-presidente mundial do Santander, novo dono do Real, que, em visita ao Brasil, garantiu que o banco manterá sua autonomia. "Como não precisaremos mais seguir o posicionamento internacional do ABN Amro, o Real voltará a adotar o slogan 'O banco da sua vida', criado pela Lew'Lara em 2001", ressalta Lara.

O anúncio oficial do início das operações da Lew'Lara\TBWA foi feito em São Paulo, nesta quarta-feira, dia 28, pelo CEO Jean-Marie Dru e pelo presidente da TBWA Worldwide, Tom Carroll, acompanhados de seus novos sócios no Brasil: Luiz Lara e Jaques Lewkowicz. O teor do acordo confirma as informações já publicadas por MM Online (veja aqui).

A TBWA comprou 55% das ações da Lew'Lara, sendo 40% relativos à participação até então mantida pela Prax (Washington Olivetto, Gabriel Zellmeister e Javier Llussá Ciuret), mais 7,5% de Lara e 7,5% de Lewkowicz. "Embora sejamos gratos à confiança em nós depositada pela Prax, a bandeira TBWA vai agregar mais ao nosso negócio. Num primeiro momento, seus clientes multinacionais já trazem uma receita importante para a agência", frisa Lara. A Lew'Lara nasceu em 1992, atuou em parceria com a Propeg até 1996 e passou a integrar a holding Prax em 1998. Hoje tem escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, nos quais atuam 250 profissionais. Já a TBWA emprega 11 mil colaboradores em 258 escritórios, espalhados por 75 países, sendo uma das redes globais do grupo Omnicom, também controlador da BBDO e da DDB.

A transação inclui o recém-lançado braço interativo da agência, agora batizado de ID\TBWA, em que também são sócios o mídia Igor Puga e o criativo Domênico Massareto, além de Fernando Lara e Augusto Cruz Neto. Cruz Neto e Luiz Lara mantêm sociedade em outra agência, a promocional Mood, que continua com vida independente, sem relação com a TBWA. A ID\TBWA já conta com um time de 20 funcionários e posiciona-se como uma agência independente, podendo atender contas não vinculadas à Lew'Lara\TBWA, embora seus quatro principais clientes tenham vindo da agência-mãe: Banco Real, Natura, Schincariol e TIM. "Já estamos entre os cinco maiores compradores de mídia digital do Brasil", garante Puga.

A sociedade com Lara e Lewkowicz é a quinta investida da TBWA no mercado brasileiro desde 1995, quando a rede iniciou parceria com Alex Schonburg, Selma Navarro e Sérgio Graciotti. No fim de 1997, o comando nacional foi trocado por outro acordo com Carlos Zetune. Nova decolagem foi tentada no início de 2001, quando a operação brasileira se fundiu com a Cápsula, agência lançada um ano antes por um grupo de profissionais liderados pelo criativo Átila Francucci. A associação desandou em 2002, quando a TBWA voltou a fazer várias investidas até concretizar negócio com a Grottera. Paralelamente, a rede manteve entre 2003 e 2006 participação de 25% na Taterka, que atende no Brasil um de seus principais clientes globais: o McDonald's.

"Chegamos um pouco tarde ao Brasil. Por este motivo, tivemos que fazer não necessariamente o que queríamos nestes casos anteriores", reconhece Jean-Marie Dru. "Acabou! Esse é o nosso casamento para sempre. Fizemos algumas manobras erradas, mas agora teremos no Brasil uma oferta espetacular", completa Tom Carroll, que nos últimos 16 meses fez cinco viagens ao Brasil para fechar os detalhes do acordo de compra da Lew'Lara.

A multinacional também adquiriu a participação de 40% que seus antigos sócios brasileiros detinham na TBWA\BR (veja aqui). Dru descartou a permanência do grupo liderado pelo publicitário Luis Grottera em algum outro negócio da rede, como a Tequila, agência especializada em marketing direto atuante em 60 países. Segundo ele, a manutenção ou não desta segunda marca no Brasil dependerá de uma decisão de Luiz Lara e Jaques Lewkowicz, assim como a incorporação ou não de alguns dos 96 funcionários da atual TBWA\BR. "O time do Grottera fez um bom trabalho, mas não podíamos perder a oportunidade de estar entre as dez maiores do ranking brasileiro", completou Carroll.

Para quem ainda não conhece, a agência anda realizando trabalhos notáveis e ganhando muitos clientes ao longo dos últimos anos.
Recentemente transformaram o newsletter deles em blog, que fala de seus trabalhos mais recentes e suas mais novas conquistas e publicações.
Vale a pena dar uma olhada e ficar em dia com mais uma agência de comunicação e publicidade do mercado.

Acesse o blog.
Entrei hoje no site do Felipe Matos, para dar uma lembrada no projeto, que vi logo no inicio.
A ideia ja tinha dado certo no Million Dollar Homepage, e aqui no Brasil (ou mais importante: em BH) ainda não rolou como o esperado.
Vi no Flickr do Felipe as fotos do carro, já com alguns anúncios. Não há como negar que não é uma ideia legal.

Agora vai minha crítica! ò.ó

Apesar de gostar muito de publicidade as vezes preciso assumir que alguma ação (ou alguma nova mídia) é uma apelação desnescessária em busca de dinheiro.
A situação financeira, como o próprio Felipe Matos diz, não é nada fácil. Mas a ideia de vender um carro (assim como a de vender anuncios em uma homepage) é uma apelação.

Enfim, não acho tão bom, mas gosto de ver algo diferente assim as vezes. Acaba ficando legal só pelo fato de ser estranho, ou "criativo" (se é que podemos dizer isso).
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11/2007

Hema

Para quem ainda não conhece, vai o link de uma animação louca de tudo!!!!!
http://producten.hema.nl/

Divirtam-se!

Notícia divulgada pelo Yahoo! Brasil, mostra que o curso de Jornalismo é o mais concorrido para aqueles que querem prestar FUVEST.
Design ficou com a 9ª Posição, com 23 candidatos por vaga, enquanto Publicidade ficou com a 2ª colocação, com 41 C/V.
O que mais impressiona é Medicina ter ficado em 5º Lugar com 34 C/V.

Geralmente as pessoas falam números absurdos e irreais com relação aos índices de vagas da Fuvest. Já ouvi até quem disse que são 70 C/V para medicina na USP. E o pior, dados de, segundo o informante, seu professor do cursinho.
As pessoas andam distorcendo a realidade para que tudo pareça ainda mais difícil do que ja é.

Façam as contas, apenas 4,3% das pessoas que prestam Design passam, e está na nona colocação da lista!!!!

Infelizmente a visão que eu e muitos outros profissionais da área é de que os cursos da USP estão desatualizados. Não acredito, sinceramente, que uma universidade que tem problemas com alojamentos tenha infra-estrutura para garantir um aprendizado descente para alunos de Design.
Sei que podem me apedrejar, mas a única vantagem a meu ver de se fazer USP ou alguma outra federal para Design é de não pagar mensalidade.
Valorizo muito os profissionais que estão a frente dessas instituições, mas acho que pelo menos para essa área a estrutura vale muito também, e isso não acredito que há em federais.

Se eu estiver equivocado, fico a disposição de críticas e comentários. Às vezes minha pouca visão (já que não estudo lá) atrapalha.

Então fica aí minha opinião.
Confira a lista divulgada no Yahoo! Brasil