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No próximo dia 10 será comemorado o Dia dos Pais. Por influência muitas vezes da publicidade, não sabemos ao certo o motivo do surgimento da data.

A origem do Dia dos Pais foi bem semelhante ao Dia das Mães, em ambas as datas a idéia foi para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.

Em 1909, precisamente em Washington, Sonora Louise, filha de um veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu pai, que perdeu sua esposa em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e teve de criar o recém nascido mais os outros cinco filhos sozinho.

Já adulta Sonora sentia orgulho de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então em 1910, sonora enviou uma carta à Associação Ministerial de Spokane, em Washigton.

O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho de 1910, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do dia, sendo que rosas vermelhas para pais vivos e rosas brancas para pais já falecidos. A partir daí o dia se difundiu da cidade de Spokane para todo o estado de Washigton.

Em 1924 o presidente Calvin Coolidge apoiou a idéia e em 1966 o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação declarando que  terceiro domingo de junho como Dia dis Pais.

No Brasil a idéia da data partiu do publicitário Sylvio Bhering, e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. Por motivos comerciais (publicidade) a data foi alterada para o segundo domingo de Agosto.

Case exemplo criado para o Dia dos Pais.


Curiosidades

Pelo menos onze países também comemoram o Dia dos Pais à sua maneira e tradição.
Na Itália e Portugal, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. Apesar da ligação católica, essa data ganhou destaque por ser comercialmente interessante.

Reino Unido - No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.

Argentina - A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.

Grécia - Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.

Portugal - A data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração.

Canadá - O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial.

Alemanha - Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa) . Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique.

Paraguai - A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.

Peru - O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles.

Austrália - A data é comemorada no segundo domingo de setembro, com muita publicidade.

África do Sul - A comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional.

Rússia - Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, chamada de "o dia do defensor da pátria" (Den Zaschitnika Otetchestva).

Pelo menos onze países também comemoram o Dia dos Pais à sua maneira tradição. A Austrália é o país mais influenciado pela publicidade neste dia. O dia é comemorado com muita alegria e entusiasmo, as crianças dão flores, chocolates e outros presentes aos seus pais. Vários clubes promovem atividades e jogos para entreter os pais com suas respectivas famílias.

O porque de a data existir, nem todos sabem. A publicidade é tão forte, que nem nos importamos em saber a história de origem/surgimento do dia., só sabemos que tem que ser comemorado. Independente de publicidade, (presentes, lembranças e blábláblá) não deixe de dizer, no mínimo, um simples “Obrigado Pai”.
Na quinta-feira, dia 31 de agosto, a FOX estréia a terceira temporada de Prison Break no Brasil. Para divulgar o início da série a Santa Clara e a Espalhe criaram uma ação de Guerrilha.Um homem, parecido com Michael, protagonista da série, foi preso em uma cela na Avenida Luis Carlos Berrini, 1751, em São Paulo. O ator ficará preso até amanhã, quinta-feira, sem qualquer tipo de mordomia. Com ele, um colchonete e um banheiro improvisado (estivemos lá, e podemos confirmar, acredite), quanto as refeições, é entregue a ele com hora marcada.

Para solta-lo, antes de quinta-feira, é preciso acertar uma senha, quem conseguir liberta-lo, pelo site queroSAIRdaqui.com.br, ganhará uma TV LCD de 40 polegadas e um home Theater.

querosair.jpgVocê pode obter algumas dicas acessando o blog Comunicadores, SimViral e Braisntorm9, há também no Twitter e no Orkut.

twitter_querosair.jpgorkutquerosair.jpgHá uma câmera, onde você pode acompanhar tudo o que acontece com o prisioneiro 24 horas. Clique aqui

post_querosair.jpgVeja mais fotos

Mais uma vez a Santa Clara e a Espalhe nos surpreendendo com suas ações criativas. Parabéns às equipes!
Mais uma sexta-feira corrida, com muuuitos jobs a serem entregues ainda hoje. Já vi que ficarei até tarde na agência. Isso merece um post.

Na vida de um estagiário, duas coisas podem acontecer ou ele serve café ou ele trabalha...”. Deixemos a parte do café, que todos comentam, para um outro dia, quem sabe 30 de fevereiro, falaremos da parte “ou ele trabalha...”

Converso sempre, com amigos, como tem sido o dia nas respectivas agencias em que trabalhamos, e a infortúnea conclusão que costumamos chegar diz por sí: não somos estagiários. Mas peraí, temos contrato de estagiários e recebemos ($$$) como estagiários. Todos os dias nos deparamos com um mundo de jobs, com prazos apertadíssimos, e sim, somos cobrados.Acredite, não reclamo disso.

Oportunidade x Experiência

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Se o estágio foi criado para dar oportunidades a estudantes, o mercado de trabalho deixou de pensar assim há muito tempo. E essa mudança tem explicação: a experiência ganhou um valor muito maior. Pode ser que, por isso, as empresas deixaram de lado os primeiros valores para aventurar seus novos 'funcionários' em um mundo muito mais competitivo.

Até que ponto o depósito de responsabilidade pode ser bom?
Se falarmos em carreira, sem dúvida isso é ótimo, pois adquirimos experiência mais cedo e isso só tem a somar.


Quanto ao salário............ Ah! isso não importa. Vou deixar o assunto para ourta hora.




O Leo Rama mandou ontem pro Higor Franco um artigo que havia postado em seu blog, repassando um texto do professor Eric Messa (FAAP) sobre a qualidade da propaganda das grandes agências.

Comentamos sobre o assunto ontem após a apresentação do Interdisciplinar, mas a reflexão veio mesmo hoje, quando tive a oportunidade de ler o texto por completo. Logo de início pensei se tratar de uma "volta ao passado" dentro da propaganda. Por um lado veio a crítica a favor da iniciativa dos empreendedores do passado ao darem forma as primeiras agências, do outro lado veio a atribuição da falta de qualidade ao exponencial crescimento do mercado, em síntese. Mas será que esse ponto de vista está inteiramente correto? Não é uma precipitação?

Já que não tenho papas na língua e não sou um arbitrário fã da propaganda quadrada da década passada, vou defender um ponto de vista contrário ao de Eric Messa. Apontar a falta de qualidade para a precária adaptação dos antigos profissionais nos novos meios digitais e interativos. Acima de tudo, vou forçá-los, queridos leitores, a repensar essa ideia obsoleta de publicidade.

1 - Onde tudo começou


bardahl bad guys.jpgNo Brasil dos anos 60 a TV estava em alta. O meio bombava, o formato era novo, prometia substituir o rádio. Mesmo assim, grande parte dos anunciantes não dava o devido crédito ao mercado: fato que virou de ponta cabeça em poucos anos.
McCann Erickson, Alcântara Machado (atual ALMAP BBDO), Lintas (atual BorghiErh/Lowe), JWT, W/Brasil, a lista é grande. São esses caras que deram cara a televisão. A criatividade era um filme comercial que, em 30 segundos, traduzia um conceito em sucesso de vendas. Não existia o santo Photoshop para ajudar: tudo era criado na raça.
Junto a nova mídia, os potenciais consumidores também não esperavam um ar de criatividade e inovação. Ver um comercial era legal, era bacana, era cool. As pessoas cantavam os jingles, eram diretamente influenciadas pela imagem, tudo dava certo.


2 - A revolução 2.0

Google LogoPassaram-se 20 longos anos de história. Na década de 90 o comercial já era tratado como "reclame". Era a hora de tirar àgua do joelho e comentar sobre o episódio recém assistido. Lindo, não? A mídia já era vasta. TV, Outdoor, Indoor, revista, jornal, rádio. Não parecia haver nenhuma restrição. E, em 1994, a internet chega  com potência comercial ao mundo.

Em caráter social, na década de 70 nasceu a geração que hoje ocupa cadeira honrosa nas grandes agências. Formaram-se profissionalmente com base na alta dos comerciais. Quem nasceu na década seguinte já foi criado diferente. A internet, em 90, já fazia parte de sua cultura, a sociedade estava prestes a mudar.

A democratização da informação, o acesso livre a todo e qualquer conteúdo disponibilizado na internet, uma alta conectividade de jovens que ainda nem sabiam o que era um celular. Estava na cara que o mundo ia mudar. A propaganda precisava aprender a trabalhar com isso. Surge assim um desacreditado e descreditado universo on-line.

3 - A evolução 3.0

Começam os anos 2000. A internet ganha potencial. Muitas (leia-se: MUITAS) agências especializadas surgiram. Quem está dirigindo esse mercado? Será que são os publicitários que faziam comerciais?
Não, não são. Quem trabalhava, no começo, com internet ou era visionário ou era maluco. Alguns deram muito certo. Hoje  alguns sites possuem muito mais visibilidade que algumas grandes revistas.
Se a formula ainda é efetiva ou não, isso é assunto pra outro dia.

Internet no pico da popularidadeO problema não é a falta de profissionais qualificados nas agências. A atual situação do mercado exige noites mal dormidas. Gente despreparada nasce aos montes, e quem ganha, na verdade, são as grandes empresas. A "prostituição" das agências, baseada na infeliz atitude mercenária dos grandes empresários e no gradativo aumento de mercado está causando náuseas nos profissionais mais quadrados, que viveram a profissão em outro momento.

Colocar gente jovem no poder não é o grande problema. O mercado exige uma postura mais radical, um ponto de vista mais interativo, um esforço mais jovial. Se hoje reclamamos da realidade, a culpa é da demanda. É consequencia de eventos socio-culturais.

O único infortúneo dessa triste verdade é a desvalorização do profissional, que trabalha mais de 10 horas por dia  mostrando que seu ego é maior que o dos outros. Aí, enquanto um diretor de criação defeca dinheiro, a culpa da precária produção e má excelência em design vai direto aos jovens. Na verdade, a culpa é da direção. Se sua ideia é engolida pelo ego de seu chefe; se seu crescimento está apoiado nas costas de uma grande influência (e não na sua qualidade); de quem é a culpa, no fim das contas?
Conheço um montão de agências do mundo. Só de nome, infelizmente. Ainda sou um jovem aprendiz de criação daqui do meu bom e velho Brasil varonil.
Meu conhecimento de mercado ainda é limitado ao que conheço mediante os veículos que me atingem. Internet, Revistas de negócios, de design, de arte, faculdade, propagandas, ações criativas, prêmios. Tudo isso é muito legal. Essas pequenas grandes iniciativas nos dão um certo "feeling" de determinada marca. É aquilo que a gente chama de "imagem de Marca", só que de uma maneira mais técnica.

Não achei nenhum termo que me remetesse direto ao que quero tratar. Mas vamos imaginar que estamos falando de um tipo de Insight, só que em vez de relacionar formas, vamos relacionar a percepção com o valor atribuido a ela. Isso dentro do ramo publicitário.

Quero só deixar claro que eu não sou nenhum tipo de expert nas marcas e que muito menos conheço fundamentalmente todos os conceitos que elas criaram para sí. Esse é um ponto de vista exclusivamente meu e não foi interferido ou influenciado por mais ninguém.

Em seguida minha análise de 41 grandes agências.
Olá amigos e amigas. Meio Out-of-date, mas não pude deixar de publicar o texto que nosso leitor e colaborador (além de meu amigo) Higor Franco escreveu para nós. Sem muita enrolação, trata-se de mais uma excelente campanha de guerrilha que nos faz refletir um pouco!

Vamos ao artigo:

Sábado dia 12 de abril foi realizado pela SEXXXChurch uma ação de guerrilha em frente à Catedral Sé, Marco Zero de São Paulo. Uma ação para que a sociedade veja o que acontece com milhares de crianças no Brasil.

Desde 2003 quando foi criado o programa Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes foram registrados 120 mil “casos” de 2.500 municípios, tendo 25 mil casos encaminhados aos órgãos de responsabilização e defesa. É uma clara medida do tamanho do problema que não pode ser negligenciada pela sociedade brasileira.

Segundo a OAB-SP, o abuso sexual representa a maioria dos casos de pedofilia e as vítimas têm, em média, 9 anos para as meninas, e 7 a 9 anos para os meninos. Outro dado diz que 51% das menores de idade que se prostituem, sofreram abusos sexuais em casa.

E VOCÊ, VAI FICAR AÍ PARADO TAMBÉM?

A ação acontecia da seguinte forma, um grupo de jovens, andando normalmente, recebia um determinado sinal, por 5 minutos ficavam totalmente congelados, com a chamada: “E VOCÊ, VAI FICAR AÍ PARADO TAMBÉM?” Definitivamente, não podemos ficar parado ao vermos tal situação acontecendo todos os dias.

Segue o vídeo que ocorreu em Nova York:



Da mesma forma aconteceu na Catedral da Sé:



Após o congelamento o grupo, saiu distribuindo flyers informativos. É legal a forma que utilizam para discutir este assunto tão sério, que não se limita apenas na entrega de flyers informativos, e sim de uma ação bastante criativa.

A ação causou um grande impacto nas pessoas que passavam no momento por ali, gerou curiosidade, e isso fez com que as pessoas aceitassem com facilidade os flyers distribuídos.
 
O evento teve cobertura da MTV, que foi transmitido no programa MTV NA RUA no dia 14 de abril.

Eu estava no evento e pude fazer algumas fotos. Confira no FLICKR.
Existem duas grandes formas de gerenciar conteúdo na internet hoje. Mas você sabe exatamente o que é cada uma? Saberia dizer qual é melhor? Hoje vamos dar uma viajada nelas e ver qual é a que mais trará benefícios aos consumidores e a marca.

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Em dezembro do ano passado o Conteúdo Gerado por usuário (UGC) foi apresentado a executivos e profissionais do Marketing pela Meio Digital. Fui no evento de lançamento, vi a recepção encima do que foi apresentado e cheguei a conclusão que algumas marcas e agências ainda não estão prontas para apostar em seus consumidores e deixa-los criar.

Sabe aquelas promoções de “Você manda seu vídeo pra gente e pode aparecer no novo comercial da XYZ!”? Pois é, mas para que o User Generated Content dê certo é preciso mais do que isso. Como ainda é um risco a correr, as empresas que optam por aprovar tais campanhas, ainda morrem de medo da repercussão que ela pode causar.

Do outro lado do telhado surge uma solução mais atrativa: o Professional Generated Content, ou Conteúdo Gerado por Profissionais.
Logo de cara, para os executivos, o PGC parece muito mais confiável e efetivo. Uma forma de evitar os riscos de deixar o consumidor decidir, um jeito de gerar uma atmosfera contextual para a marca. Assim podemos concluir que o PGC é a forma profissional de gerenciar conteúdo de interesse público que não é uma venda escancarada de um produto. É uma ótima maneira de atribuir valor a marca sem correr os riscos do desagrado dos usuários ou consumidores.

Agora a pergunta que nos interessa:
Qual dos dois vai fazer uma real diferença na maneira pela qual lidamos com conteúdo?

O conteúdo gerado por usuário não é 100% confiável, mas tem muito mais afinidade com o receptor do que qualquer tipo de conteúdo comercial. Um bom exemplo disso é a expansão dos blogs e das redes sociais no mundo todo. Se desconsiderássemos as campanhas tradicionais que estampam a qualidade dos produtos nas nossas testas e deixássemos valer apenas o que o usuário diz a respeito, provavelmente muitas marcas entrariam em falência, e só sobrariam as gigantes. Esse processo ampliaria a necessidade de obter uma qualidade de produto e atendimento melhor e abaixaria os preços, muito provavelmente.
E se fizéssemos o contrário? Já que o conteúdo gerado por profissionais é muito mais confiável, e se abolíssemos tudo o que o usuário produz?
A qualidade do atendimento seria pior, assim como a de produto, mas as vendas continuariam. Talvez a forma com a qual lidamos com as marcas seria diferente. Buscaríamos a que mais se adequa a nosso modo de viver e nos preocuparíamos mais com uma identidade de marca, embora eu não imagino isso aumentando a afinidade do consumidor com a marca: muito pelo contrário.

office.jpgÉ importante valorizar e dar espaço ao usuário.
No final, algo bastante previsível: precisamos dos dois.

A diferença real vai surgir quando alguém conseguir conciliar ambas as formas de lidar com o conteúdo (estamos falando, novamente, em convergência). O Cross-media se expandiria ainda mais, e a publicidade seria aceita de outra forma. Porque sinceramente acho que os 30 segundos não durarão muito mais tempo. Mas isso é assunto para outro post!