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Esse post se originou de uma conversa que tive com minha família sobre a utilização do termo "Webdesigner". Estavamos jantando em nosso pequeno apê em São Bernardo, quando minha digníssima irmã solta a pergunta causadora de tudo:

- André, você é o que?
- Designer - disse
- Não é webdesigner? - Perguntou meu pai
- Não, sou designer, não me prendo muito a plataformas. Meu trabalho é a criatividade e a metodologia. - respondi, um pouco indignado.

mao_de_obra.jpgSerá que deixamos de utilizar o termo "webdesign" por ter virado profissão de sobrinho, ou será que essa complexa palavra remete a um nicho tão específicico que perde aplicação prática?

- Mas se falar Designer, parece que você é um estilista, ou um cabelereiro! - Comentou mamãe.
- É, já existe até "Body Design" - completa minha irmã.



Quer dizer: Você estuda 4 anos, aprende gestão de projetos, engenharia sonora e visual, comunicação, marketing, projetos gráficos, projetos de interação, arte e mais um bocado de coisas, e no fim é comparado a um "body designer"? Isso é triste; pra não dizer deprimente.

Mas o mundo não acabou ainda, embora pareça. A solução aparece aos poucos no fim do escuro túnel da vida. É a correta utilização de tudo o que um estudante aprende em sua graduação. E essa luz que se acende, lá no horizonte, e ela ilumina uma grande placa: a criação.

Não há ninguém que não possa criar. Todos somos dotados dessa habilidade. Ela não é dom de poucos, é uma atividade que deve ser exercida e praticada incansavelmente. É um desafio que pede busca por informação, referências fundamentadas, conhecimento profundo de cultura, entendimento de valores de seus clientes, dos clientes de seus clientes e dos meios sociais nos quais ambos coexistem. Imagine então, por um instante, que você consiga identificar tudo isso. Jogue em sua cabeça o sucesso de seu projeto. Pense em como isso pode repercutir na vida de outros. Iluda-se.

Conseguiu?

Agora, mãos a obra, você já se inspirou. Em alguns instantes, se desprendeu de todas as suas barreiras e focou em um objetivo. É assim que um criativo deve viver. É inspirar-se em sí mesmo, em suas próprias capacitades. Agora, o segundo passo é definir o que deve ser feito.

Boa sorte!
Ontem, mais uma vez, estive presente no Second Tuesday oferecido pela Meio & Mensagem. Representei a Kwead, os blogueiros e os jovens num bate-papo que mais me pareceu um "esclarecedor" de fatos que já existem faz tempo do que realmente um debate sobre a mulher digital.
Gostei do conteúdo apresentado. Não vou dar uma de reclamão e ficar falando mal nem nada no estilo. Também não vou perder tempo fazendo um release sobre o que rolou. Então vamos direto aos fatos.

mulher_trabalhando1_grande.jpg
1 - Número de usuárias on-line no Brasil, hoje:
Segundo o Ibope/NetRatings o número de internautas do sexo feminino chegou a 6,5 milhões em algum momento do ano passado. Isso representa algo em torno de 48% do número total de usuários de internet no Brasil.

2 - Sites feitos exclusivamente para mulheres
A Ideiasnet é uma daquelas fábricas de criação de veículos e serviços on-line, e conta com o Bolsa de Mulher e o Bolsa de Bebê, sites quase que exclusivamente feito para a meninada, que viaja num público de 20 a 50 anos.
Além do investimento de grandes portais em criar canais específicos para o público feminino, podemos contar com uma diversidade de conteúdo muito grande que atinge a mulher, que varia do Esporte a Moda, passando por assuntos que antes eram considerados exclusivamente femininos, como Finanças e Economia.

3 - No Brasil e no mundo, mulher também cria conteúdo
Aqui na Ilha da Vera Cruz temos bons exemplos de blogueiras que criam e distribuem conteúdo. Mirian Bottan, Bruna Calheiros, Dani Koetz, a Menina que Joga (desculpe, não sei seu nome =/), a Luiza Gomes e muchas otras más, são exemplos que deram certo. Não sei exatamente a quantidade de visitantes que as garotas recebem por mês, mas não tenho dúvida da repercussão que uma notícia que publicam pode causar.
Nos outros 3 cantos do planeta água, encontramos duas grandes referências de garotas que criam: Xu Jinglei e Yoani Sánches.
A Xu foi eleita uma das maiores influências da internet e recebe mais de 3 milhões de visitas únicas por mês. Isso faz dela a blogueira mais visitada do mundo!


Agora, fazendo um panorama geral, solto a pergunta: Será que os profissionais e os anunciantes já estão cientes disso? Estamos dando toda a importância que as mulheres merecem pelo que conquistaram na internet nos últimos 10 anos?

Eu cresci no universo Digital. Acho que isso me fez desenvolver um raciocínio democrata baseado em igualdade social e étnica. Hoje elas merecem nosso respeito. Eu apostaria muito no futuro das nossas garotas-de-internet, e com certeza arriscaria investir na meninada que influencia diretamente os demais internautas de plantão.
Conforme prometido no Twitter, aqui vai meu pps sobre Design Alemão apresentado ontem na Anhembi Morumbi.


Read this doc on Scribd: Design Alemão

Von heute bis zum Beginn des Designs Você conhece a Alemanhã? Adolf Hitler Heidi Klum Olimpíadas, Grecia No dia-a-dia  Carros  Moda  Arquitetura  Produto  Internet Auto Audi R8 BMW Concept CS Mercedez Benz SLR Mode Adidas Puma Architektur Residências e Edificios Alemães Arquitetura Produkt-Design Cadeira da Bauhaus Produtos da WMF Online-Anwendungen und Websites Form und Funktion A Transição do Zeitgeist  Do Expressionismo Emocional ao Pos-Expressionismo, ou Novo Objetivo Expressionismo Emocional Objetos Estáticos Novo Objetivo Objetos Planos Temática pouco religiosa Objetivo e Puro Harmonica “limpesa” de objetos Temática religiosa Muitos traços Expressiva deformação dos objetos A Influência do Modernismo  Registros de 1796  Atinge o auge da popularidade na década de 1880  Inspira a Deutscher Werkbund em 1907 Walter Gropius  1883~1969  Fundador da Bauhaus  Sargento do Exercito Alemão na 1ª GM.  Arquiteto antifascista Bauhaus A Bauhaus começa a conceituar o Design pela definição das formas (Gestalt), por meio da aplicação de diversos métodos técnicos e artísticos em 1919. Bauhaus  Gestalt  Metodologia de Aplicação do Design  Objetiva divulgar e expandir os conceitos de Design  Influencia a formação da Escola Superior da Forma na cidade de Ulm Hochschule für Gestaltung Ulm A Escola Superior da Forma - Ulm Que vire realidade  A Escola de Ulm é fundada em 195 por Max Bill e Otl Aicher  Gropius sugere que se chame Bauhaus Ulm  Formou apenas 215 alunos em toda sua existência  Influenciou a criação da ESDI no Rio de Janeiro em 1963. Que se criem as marcas Carrossel de fotografia da Kodak Identidade Visual da Lufthansa Form und Funktion Revisando Na Prática 2006 – New York 1926 – Dessau Na Prática 1928 2008 Design Alemão  A Alemanha é responsável pelo surgimento das maiores escolas de design no mundo.  Sua metodologia é usada até hoje, por designers, arquitetos, engenheiros e artistas no mundo todo. Design Alemão  Produtos modernos, sinônimos de poder e status  Padrão de alta classe  Padrão de qualidade  Valorização do minimalismo Design Alemão Vielen Dank für die Geduld André Bernardi www.reprojecting.net

UPDATE: O Scribd, ao transformar o documento em flash, perdeu a definição das fontes, parte do alinhamento e alguns caracteres avulsos (geralmente no final das frases). =/


Encontrei esse vídeo no blog do Tiago Dória e TIVE que postar aqui! haha

Cansei de explicar pro pessoal o porque devem experimentar o Twitter. Todos fazem sempre a mesma pergunta: "Mas por que que é legal?" ou então, a variável: "Como que funciona?".

Eis a melhor e explicação sobre o que é Twitter. Enjoy
partycast-#1.jpg

É Isso mesmo!!

O Partycast agora também faz parte dos feeds da iMasters e pode ser ouvido direto pelo portal!!!

Quem não ouviu ainda, não perca tempo!!!


Ainda fico devendo os feeds próprios, mas chegarão!! Promessa!


Criei hoje outro blog, que administrarei junto com o Somos Egoístas (por motivos inexplicáveis ainda está fora do ar) e fará parte do Reprojecting.net!
Surge o Designlinhando. Blog sobre cultura e informação focada apenas em Design Digital.
Comigo estarão presentes mais 5 pessoas, responsáveis por postar e manter o conteúdo do Designlinhando sempre de pé!

O Layout ainda não trabalhei, está com um padrão do sistema. Depois, aos poucos, vamos construindo.

Fica aqui a dica!
Sou blogueiro há algum tempo embora o Reprojecting exista há poucos meses.
Hoje assistí ao debate sobre Blogs e o Novo Jornalismo aqui, na Campus Party Brasil, onde embora houvesse muita discórdia, me sentí honrado por ser visto pela mídia não como um problema, mas sim como um novo formato de jornalismo.
Claro que, por trás disso, há um certo medo dos jornalistas em perder espaço para os novos publicadores de conteúdo. Durante o debate, composto por uma banca que variava de jornalistas de mídia tradicional à blogueiros de médio porte, foram discutidos diversos pontos de controversia entre os formatos. Entre eles a monetização dos blogs como forma de lucro jornalístico num espaço onde não se paga para que haja produção de  redação. Isso é tema para um post dedicado, mas o interessante lembrar que a atitude dos profissionais da área em assumir os blogs como uma forma inteligente de expressar opinião e ganhar dinheiro com isso pode ser considerada uma repensada no que de fato é o jornalismo. Eles lembraram que somos todos da mesma terra, do mesmo chão; compartilhamos a mesma paixão: a informação.
Isso, na hora, me lembrou a propaganda que a IBM fez para divulgar sua linha de pcs com Linux, onde o pequeno garoto "Linux" era bombardeado de informações e em determinado momento um homem lhe diz:
"Coletar dados é o primeiro passo para a sabedoria, mas compartilhar dados é o primeiro passo para a comunidade"

Hoje o blogueiro começa a ser visto de outra forma pelas pessoas. Esta é a hora de mostrar a influência da população on-line na mídia, e estamos vivenciando essa transformação. Não só formamos opinião, quando mudanos, inovamos, criamos, discutimos, respondemos, nos comunicamos; e muito importante: somos iguais a vocês leitores.

Essa nova formula está ganhando respeito aos poucos e graças aos leitores e demais publicadores de conteúdo (o que inclui uma página no Wikipedia, uma foto no Flickr ou até um perfil no Facebook) está se tornando a forma mais justa de compartilhar conhecimento. O nosso rumo, como humanidade, é evoluir no conceito de liberdade de expressão explorando o compartilhamento de informação livre, puro, justo e direto.